Mion exagera na emoção e no discurso com Caldeirão das Vozes
Quadro é uma excelente competição de alto padrão artístico, mas discurso parece forçado.
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A direção do Gênero Auditório precisa rever urgentemente o discurso e o tom de Marcos Mion durante alguns quadros. O melhor exemplo é o que acontece no Caldeirão das Vozes, que promove competição entre corais. É uma atração bonita, artisticamente bem desenvolvida, emocionante e com excelentes participantes. Mas, sempre dá um ar de competição religiosa.
É fato que muitos corais surgem nas igrejas, aliás um celeiro de grandes artistas no Brasil e no mundo. E, por isso mesmo, sempre tem no repertório alguma canção gospel. Esse não é o problema, mas sim o tom no discurso de Marcos Mion. É preciso controlar para acabar com a velha piada de “Marcos Mion saiu da Record, mas a Record não saiu dele”.
José Armando Vannucci é um jornalista e escritor com mais de 35 anos de carreira dedicada à cobertura e análise da televisão. Destacou-se na Jovem Pan e em programas da TV Gazeta, TV Globo e Band, consolidando-se como referência no setor ao integrar o júri do Troféu Imprensa, no SBT, e ao lançar, em parceria com Flávio Ricco, a obra "Biografia da Televisão Brasileira". Atualmente, o Canal do Vannucci é seu espaço para compartilhar novidades sobre os bastidores do universo televisivo.
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